Feminismos Latino-americanos e Caribenhos
Feminismos Latinoamericanos y Caribeños
Curso internacional teórico-prático, com encontros virtuais síncronos que combinam exposições dialogadas, rodas de conversa e vivências de práticas de cuidado.
Uma formação que reúne vozes de mulheres potentes para pensar a saúde mental a partir dos
nossos territórios.
Promovido pelo AMMA Psique e Negritude,
organização com mais de 30 anos de atuação pioneira no cuidado em saúde mental, relações raciais e de gênero, em parceria com a União
Latino-Americana de Entidades de Psicologia (ULAPSI), rede que articula
entidades da Psicologia de diversos países da América Latina e do Caribe.
Pessoas interessadas, venham! É tempo de nos encontrarmos, de tecer
redes de cuidado, compartilhar estratégias de saúde mental e fortalecer nossa
luta coletiva pelo direito de viver sem violência.
Vagas limitadas. Venha construir esse percurso com a gente, tecendo redes de cuidado!
Justificativa:
Justifica-se pela necessidade urgente de
construir enfrentamentos bem embasados diante do cenário
de violências contra mulheres e meninas. O tema pulsa e pede
compreensão sobre os atravessamentos de gênero e raça na produção
das violências e consequente sofrimento psíquico. O curso se faz
necessário ainda como meio de visibilizar e fortalecer as práticas de
cuidado e resistência forjadas no contexto latino-americano e caribenho.
- Conjugação entre teoria e vivência
- Construção de espaços seguros para assimilar conteúdos e estabelecer trocas
- Construção coletiva de um saber sobre si, sobre as outras pessoas e sobre a sociedade.
- Facilitação de consciência histórica, ressignificação e compromisso social.
Objetivo geral
Analisar as contribuições teóricas e políticas dos feminismos
latino-americanos e caribenhos, com foco em saúde mental, facilitando a
construção de respostas às crises de violência, e identificando
práticas de saúde, cuidado coletivo e bem viver.
Objetivos Específicos
- Contextualizar as principais
correntes do pensamento feminista na América Latina e Caribe, e sua
interseccionalidade com as lutas antirracistas, anticapitalistas e as
epistemologias do cuidado.
- Analisar o panorama das relações
de gênero nas Américas e Caribe, por meio de dados epidemiológicos e
análise de conjuntura.
- Estudar as teorias de autoras de
diferentes países, as propostas civilizatórias dos movimentos de mulheres e seu
impacto nas práticas de saúde e nas lutas antimanicomiais e anticoloniais.
- Investigar como o sexismo e o
racismo estruturais operam na produção de sofrimento psíquico e no acesso à
saúde mental para mulheres negras, latino-americanas e caribenhas,
comprometendo a saúde de toda a sociedade.
- Identificar e experimentar
práticas de educação emancipatória, resistência, cuidado coletivo, Bem Viver,
estratégias de enfrentamento e tecnologias de promoção de saúde propostas por
esses feminismos, como rodas de conversa, estratégias coletivas (quilombos,palenques,
marons), terapias comunitárias, entre outras.
Informações Gerais
Período de realização: 25 de julho a 29 de Agosto (Sábados)
Carga Horária: 18h (6 encontros com 3hs cada)
Horário: 10h às 13h (Horário de Brasília)
Modalidade: Online - Aulas remotas e Ao Vivo.
Programação
🔹 25/07: Mulheres negras latino-americanas e caribenhas: o desafio da saúde sob ataque
🔹 01/08: Conexões:
com o curso e com o grupo | Epistemologias e escritas de autoras
do Sul Global
🔹 08/08: Gênero:
dados epidemiológicos e análise de conjuntura | Localizações
no panorama de gênero
🔹 15/08: Memória,
verdade, justiça e saúde mental | Olhando nossas
práticas
🔹22/08: Referências
de saúde das pessoas e territórios | Cuidado coletivo:
resistências, terapias comunitárias e bem viver
🔹 29/08: Aprimoramento
das nossas práticas