ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA FEBRE DE CHIKUNGUNYA NA PARAÍBA: TENDÊNCIAS E PERFIL DOS CASOS ENTRE 2020 A 2025

Publicado em 10/12/2025 - ISBN: 978-65-272-1978-1

DOI
10.29327/9786527219781.1375254  
Título do Trabalho
ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA FEBRE DE CHIKUNGUNYA NA PARAÍBA: TENDÊNCIAS E PERFIL DOS CASOS ENTRE 2020 A 2025
Autores
  • Kamilly Vitoria Dantas Barbosa
Modalidade
Resumo
Área temática
Saúde e Transformação Digital
Data de Publicação
10/12/2025
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
pt-BR
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/2-congresso-nacional-saude-transformacao-digital/1375254-analise-epidemiologica-da-febre-de-chikungunya-na-paraiba--tendencias-e-perfil-dos-casos-entre-2020-a-2025
ISBN
978-65-272-1978-1
Palavras-Chave
Chikungunya, Epidemiologia, Paraíba.
Resumo
Introdução: A chikungunya é uma arbovirose causada pelo agente etiológico aedes aegypti, transmitindo o vírus chikungunya (CHIKV), sendo caracterizada como um problema de saúde pública por sua alta incidência nos estados brasileiros. Representa-se como uma das principais arboviroses presentes no país, especialmente no estado da Paraíba, onde se observam proporções significativas de casos de chikungunya que acometem o tecido social. O principal sintoma é a febre elevada, dores musculares e articulares, bem como náuseas e, em alguns casos, o aparecimento de manchas cutâneas. Nesse sentido, torna-se necessário compreender o perfil da população acometida, destacando a importância das medidas preventivas e do tratamento precoce desse agravo. O objetivo do estudo foi analisar o perfil epidemiológico dos casos de febre chikungunya na Paraíba entre 2020 e 2025. Metodologia: Estudo ecológico, quantitativo e descritivo, no qual foi desenvolvido através da coleta de dados secundários retirados do Departamento de Informação e Informática do SUS (DATASUS), destacando as notificações dos casos de febre de chikungunya nos anos analisados nas cidades paraibanas. Entre as variáveis estudadas foram: município de notificação, faixa etária, sexo e etnia. Resultados e discussões: O período analisado evidenciou que, no Brasil, foram 50.329 casos confirmados referente a febre de chikungunya na Paraíba. Ao analisar as cidades paraibanas, a capital João Pessoa apresentou o maior número de notificações, com 11.102 dos casos confirmados, seguida por Campina Grande com 8.609. Durante o ano de 2022, houve um aumento esporádico nos registros de 157% em relação ao ano de 2021. Entre a classificação por faixa etária, foram identificadas pessoas entre 20 e 39 anos como as mais acometidas, com 18.587 casos do total. Em relação a classificação por sexo, as mulheres apresentaram a maior parcela dos casos confirmados, com 30.238 casos, e os homens, 20.059. A análise por etnia demonstrou que os mais atingidos foram a população parda (64,96%), seguidos de pessoas brancas (11,51%) e amarelas (2,36%). Considerações finais: Os resultados evidenciaram alta incidência dos casos confirmados entre as mulheres pardas e na faixa etária de 20 e 39 anos de idade. Assim, os elevados casos de notificações registradas na Paraíba reforçam a necessidade de estratégias preventivas eficazes, visando minimizar esses números e episódios epidêmicos, bem como campanhas de vacinação periódicas, associadas ao uso das redes sociais para promover informações educativas à população mais afetada. O estudo contribui para a realização de ações direcionadas ao controle e prevenção, visando à redução da incidência da febre de chikungunya no estado paraibano, com o objetivo de aumentar a equidade na cobertura de saúde. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico de Arboviroses – Brasil, 2022. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/boletim-epidemiologico-arboviroses-2022.pdf. Acesso em: 18 out. 2025. NASCIMENTO, José Carlos de Oliveira; SILVA, Maria Clara de Souza. Aspectos clínicos e epidemiológicos da febre de chikungunya. Revista Brasileira de Medicina Tropical, v. 51, n. 1, p. 3-9, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbmt/a/XYZ123. Acesso em: 18 out. 2025. LIMA, Fernanda; SANTOS, Rafael; PINHEIRO, João. Epidemiologia e medidas de controle da febre de chikungunya no Brasil. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 22, e 220012, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbepid/a/abc123. Acesso em: 18 out. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Guia de vigilância epidemiológica das arboviroses urbanas: dengue, febre de chikungunya e zika vírus. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em: http://www.saude.gov.br/images/pdf/2018/marco/05/Guia-vigilancia-arboviroses.pdf. Acesso em:18 out. 2025. DATASUS. Departamento de Informática do SUS. Painel de dados de chikungunya. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. Disponível em:http://datasus.saude.gov.br/informacoes-de-saude/tabnet. Acesso em: 18 out. 2025. SILVA, Ana Paula et al. Epidemiologia do chikungunya no Brasil entre 2014 e 2023: análise de dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 57, p. 45, 2023. DOI: 10.1590/S1518-8787.20230570045.
Título do Evento
2ª Edição Congresso Nacional de Saúde e Transformação Digital
Título dos Anais do Evento
Anais do 2ª Edição Congresso Nacional de Saúde e Transformação Digital
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital
DOI

Como citar

BARBOSA, Kamilly Vitoria Dantas. ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA FEBRE DE CHIKUNGUNYA NA PARAÍBA: TENDÊNCIAS E PERFIL DOS CASOS ENTRE 2020 A 2025.. In: Anais do 2ª Edição Congresso Nacional de Saúde e Transformação Digital. Anais...Goiás(GO) CNSTD, 2025. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/2-congresso-nacional-saude-transformacao-digital/1375254-ANALISE-EPIDEMIOLOGICA-DA-FEBRE-DE-CHIKUNGUNYA-NA-PARAIBA--TENDENCIAS-E-PERFIL-DOS-CASOS-ENTRE-2020-A-2025. Acesso em: 25/04/2026

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