12º Colóquio de Arte e Pesquisa do
PPGA-UFES
Arte e ecologias do agora:
corpos e subjetividades dissidentes
entre cultura e natureza
O XII Colóquio de Arte e
Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do
Espírito Santo propõe uma reflexão sobre as intersecções entre arte e ecologias
contemporâneas, de modo a situar o debate nas urgências de um presente atravessado
por múltiplas crises. A proposta temática Arte e ecologias do agora: corpos
e subjetividades dissidentes entre cultura e natureza convoca
pesquisadores, artistas e estudantes a pensar os modos como as práticas
estéticas ocorrem e atuam na reconfiguração das relações entre humano e
não-humano, material e imaterial, gesto e tecnologia, natureza e cultura. Nesse
sentido, consideramos a proposta de um espaço de reflexão no qual a arte emerge
como operadora conceitual e sensível, capaz de tensionar tais fronteiras que
atravessam o agora.
O campo das ecologias
contemporâneas na arte se estabelece a partir da compreensão de que a crise
ambiental não se reduz à degradação física
do planeta. Conforme proposto por Félix Guattari, em “As três ecologias” (1990), a articulação entre ambiental, social e
mental constitui uma perspectiva ampliada que enfatiza a indissociabilidade
dessas dimensões. A ecosofia guattariana oferece um marco conceitual para
pensarmos como a arte contemporânea pode desenvolver-se na produção de novos
territórios existenciais, na reorientação dos modos de vida e na criação de
outras sensibilidades perante o mundo do caos climático e tecnológico e das
resistências ancestrais.
Ao permear tais
horizontes, as práticas artísticas contemporâneas têm demonstrado capacidade
singular de articular questões ecológicas com processos de subjetivação,
especialmente quando acionam corpos e subjetividades que resistem aos
enquadramentos normativos. A noção de corpos dissidentes remete àqueles que ultrapassam as hierarquias de gênero, raça,
classe e espécie, com a produção de modos de existência contestadores das
separações historicamente construídas entre cultura e natureza. Essas
corporalidades insurgentes desafiam a epistemologia colonial que sustentou e sustenta a separação entre sujeito e objeto,
humano e animal, orgânico e maquínico, e desvelam espaços para outros modos de
relação e de presença no mundo.
A arte aparece como
potência restaurativa, na medida em que propõe outras relações possíveis entre
elementos historicamente dicotomizados. Entre o concreto e o conceitual, a
produção artística contemporânea explora as materialidades das coisas, ao mesmo
tempo em que investe na criação de afetos e sensações que escapam à captura dos
sistemas de controle. Nas brechas entre o ato de deliberar flusseriano e a
velocidade de automação algorítmica, observa-se a emergência de práticas que
não opõem técnica e sensibilidade, mas que reconhecem, nas recentes mudanças,
possibilidades de criação de agenciamentos e antagonismos positivos. A arte
investiga zonas liminares, nas quais o sensível se constitui na tensão entre
presença e ausência.
Pensar o sensível na arte
contemporânea implica reconhecer que as obras não apenas representam o mundo,
mas produzem experiências que afetam os corpos e transformam percepções. A
criação artística ocorre na produção de perceptos e afetos que excedem as vivências
individuais, de modo a apontar para o que Deleuze e Guattari denominam, no
referencial “O Anti-Édipo” (2010), como máquinas desejantes. Eles nos lembram
de que toda a máquina deseja e todo o desejo é fruto de uma maquinação. Nós e
nossas máquinas não nos limitamos à transmissão de informações ou à comunicação
de mensagens, pois funcionamos como dispositivos de abertura para outras formas
de sentir e existir. O sensível na arte se constitui na relação entre obra e
espectador, na produção de zonas de indiscernibilidade, nas quais os limites
entre sujeito e objeto se tornam porosos.
Em continuidade às
discussões sobre o sensível e as corporalidades dissidentes, pensar o corpo, a
matéria e a finitude aponta para a reflexão sobre a vulnerabilidade como
dimensão estruturante das existências. A arte contemporânea tem explorado a
precariedade da existência e da resistência dos corpos, sua exposição à dor, ao
envelhecimento e à morte, e essas abordagens não se restringem ao corpo humano,
elas se estendem como condição compartilhada por múltiplas formas de vida.
Nessa perspectiva, a finitude deixa de ser compreendida como limite negativo e
passa a constituir-se como condição de possibilidade para pensarmos modos e
formas de cuidado, interdependência e reconhecimento da fragilidade mútua que
atravessa todos os viventes.
Outra dimensão relevante
diz respeito às relações existentes entre o vegetal, o maquínico e o animal,
tais confluências têm orientado práticas artísticas voltadas a tensionar as
fronteiras entre organismos, máquinas e outras formas de vida. Essas experimentações,
muitas vezes marcadas por processos de cultivo e hibridização tecnológica,
deslocam o humano de seu lugar central e afirmam uma visão ecológica mais
ampla. Nesse sentido, podemos nos inspirar tanto na abordagem therolinguística
de Ursula K. Le Guin (2012) quanto na “Autobiografia de um polvo”, de Vinciane
Despret (2022), para expandirmos nossos campos de investigação através da
adoção do termo plural “ecologias”. Dessa forma, tais perspectivas ampliam a
compreensão das ecologias do agora, ao proporem outros modos de coexistência e
de partilha sensível.
Em continuidade às
discussões sobre sensibilidade e corporalidade, pensar as pulsões afetivas na
arte e na sociedade contemporâneas implica reconhecer as dimensões do Eros
marcuseano (1975) e da psicologia dos afetos nos processos de criação. Práticas
artísticas que exploram a afetação dos materiais, investigam as zonas de
intensidade entre corpos e propõem experiências de fruição que excedem a
normatividade dos códigos, constituem territórios de resistência às formas
hegemônicas de regulação do desejo. Nesse sentido, a arte instaura-se na
produção de outros modos de relação com o prazer, que não se restringe aos
circuitos mercantilizados da satisfação, mas investem na criação de
experiências singulares de afeto, presença e partilha.
O Colóquio de Arte e
Pesquisa do ano de 2026 se propõe como espaço de confluência entre diferentes
abordagens teóricas e práticas artísticas que compartilham a compreensão de que
a arte não se separa da vida, mas surge na proposição de formas de existenciais.
As ecologias do agora convocam a pensar modos de como
as práticas estéticas podem contribuir para a criação de outros mundos
possíveis, para a reconfiguração das relações entre viventes e para a invenção
de territórios em que as diferenças não sejam reconhecidas como ameaça, mas
como potencial criador. Dessa forma, os corpos e subjetividades dissidentes que
habitam essas ecologias não se definem por identidades fixas, mas por processos
de devir que mantêm aberta a possibilidade de transformação.
A proposta deste colóquio
se inscreve na urgência de pensar coletivamente os desafios contemporâneos que
atravessam, simultaneamente, a crise ecológica, as desigualdades sociais e os
processos de subjetivação. A arte, portanto, não oferece soluções imediatas,
mas atua na articulação de problemas que nos convocam a pensar de outros modos,
a sentir de outras maneiras e a inventar formas de coexistência que resistam
aos processos de captura e homogeneização. Compreende-se, assim, que as
ecologias do agora constituem ao mesmo tempo, um diagnóstico das condições
presentes e projeção de futuros possíveis, territórios nos quais a diferença e
a multiplicidade podem se manifestar em toda a sua potência criadora.
Referências
DELEUZE, Gilles. GUATTARI, Felix. O Anti-Édipo:
capitalismo e esquizofrenia 1. São Paulo: Editora 34, 2010.
DESPRET, Vinciane. Autobiografia de um polvo: e
outras narrativas de antecipação. Tradução de Milena P. Duchiade. Rio de
Janeiro: Bazar do Tempo, 2022.
GUATTARI, Félix. As três ecologias. Tradução
Maria Cristina F. Bittencourt. Campinas: Papirus, 1990.
LE GUIN, Ursula. The
unreal and the real II (outer space,inner lands). Easthampton: Small Beer Press, 2012.
MARCUSE, Herbert. Eros e civilização: uma
interpretação filosófica do pensamento de Freud. Rio de Janeiro. Zahar
Editores, 1975.
a) História e historiografia das
artes
Este eixo
temático convida à reflexão sobre os cânones, métodos e narrativas que
constituem o campo da História da Arte. Serão bem-vindas comunicações que
revisitem períodos, movimentos e artistas a partir de novas perspectivas
teóricas ou fontes documentais inéditas, bem como investigações de caráter
historiográfico que problematizem as próprias estruturas de produção do
conhecimento histórico-artístico. O objetivo é fomentar um debate crítico
acerca das escritas da história, de modo a questionar hierarquias consolidadas
e propor abordagens que incorporem temas como a descolonização do olhar, a
interseccionalidade e os estudos de gênero, com a ampliação dos contornos
interpretativos da disciplina.
b) Poéticas, curadorias e práticas
artísticas contemporâneas:
Este eixo dedica-se a examinar os processos, discursos e contextos que
definem a produção artística na contemporaneidade. Interessa-nos receber
pesquisas que analisem as poéticas de artistas e coletivos, investiguem as
materialidades, imaterialidades e conceitos que orientam suas obras, e reflitam
sobre o papel da curadoria como prática discursiva e estruturante do sistema da
arte. As propostas podem abordar desde as transformações nos suportes tradicionais
até as emergentes formas de criação, de modo a considerar as relações entre
arte, tecnologia, política e os complexos ecossistemas expositivos do presente.
c) Arte no espaço educativo: ensino e
formação de professores de arte:
Este centra-se na interface entre a arte e a educação, com
ênfase nos processos de ensino e aprendizagem e na formação docente. São
esperados trabalhos que discutam fundamentos epistemológicos, metodologias de
ensino, currículos e experiências pedagógicas formais e não formais. O eixo
também acolhe reflexões sobre a construção de identidades docentes, os desafios
da prática em contextos diversos e as políticas públicas que impactam o ensino
de arte. O objetivo é congregar pesquisas que articulem teoria e prática e
contribuam para a qualificação do campo.
d) Teorias, performance e ensino
musical:
Voltado
para a música em suas múltiplas dimensões, este eixo busca comunicações que
explorem as interrelações entre a teoria, a performance e a pedagogia musical.
Serão aceitos estudos que investiguem sistemas teóricos e analíticos, a prática
interpretativa e performática em seus aspectos técnicos, estéticos e culturais,
bem como pesquisas sobre a didática e os processos de ensino e aprendizagem
musical em diferentes níveis e contextos. Estimula-se a submissão de trabalhos
que abordam a música como um fenômeno cultural complexo, integrando
perspectivas históricas, etnomusicológicas, cognitivas e sociológicas.
e) Interartes e novas mídias:
Este eixo propõe um olhar sobre as
zonas de fronteira e os diálogos entre diferentes linguagens artísticas e
midiáticas. Encorajamos a submissão de pesquisas que explorem as hibridizações
entre as artes visuais, a literatura, o teatro, o cinema, a dança e as
produções emergentes das novas mídias. O foco reside na investigação de obras,
movimentos ou fenômenos que ocorrem de forma intrinsecamente interdisciplinar e
apresentem desafios às classificações tradicionais. São de particular interesse
os estudos sobre arte digital, cultura da internet, bioarte, realidade virtual
e outras práticas que reconfiguram as noções de autoria, suporte e recepção na
cena artística atual.
Exposiçao "Ecologias do Agora: Reconectando Vínculos"
XII COLARTES 2026
O COLARTES é um importante evento para a visibilidade da produção, circulação e difusão das pesquisas em arte e sobre arte produzidas no Espírito Santo e contará com a realização de exposição de arte.
A exposição Ecologias do Agora: Reconectando Vínculos será realizada como parte constituinte do XII Colóquio de Arte e Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGA/UFES), com abertura no dia 14 de agosto de 2026.
Propomos apresentar trabalhos artísticos que reflitam sobre as interseções entre arte e ecologias contemporâneas, tema que vem ganhando relevância na contemporaneidade devido as novas configurações existenciais presentes nas relações humanas e ambientais, humanas com não humanas.
Em um momento em que a crise ecológica ultrapassa questões ambientais reivindicando atenção aos problemas sociais e subjetivos que estão enraizados em um mesmo problema comum, propomos trazer como ponto de partida para o Simpósio Colartes e a mostra de arte o conceito de Ecosofia, teorizada por Félix Guattari (1990), que defende uma visão abrangente em que não haja a separação entre ser humano e natureza. Guattari aponta a raiz do problema ambiental como parte integrante de três crises ecológicas simultâneas, incluindo uma crise da civilização, principalmente nas relações de poder e formas de convívio, e uma crise da subjetividade, relacionada às formas de sentir, pensar e viver no mundo.
Assim, para enfrentar essa crise, precisamos pensar a ecologia de forma mais abrangente, não em seu modo tecnocrático, mas que englobe concomitantemente uma transformação ética e política. Não se pode pensar em ecologia ambiental tradicional, sem que os modos de convívio, consumo e as relações de poder entre corpos, cultura e tecnologias sejam também avaliados para conter a crise que a atravessa.
Inserindo a proposta no contexto brasileiro, é relevante apontar o discurso sobre a desconexão do homem com a natureza dentro do colonialismo, fundamentado pelo pensador quilombola Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo). Enquanto para Guattari, a crise ecológica envolve simultaneamente o contexto ambiental, subjetivo e social, para Bispo, essa crise está ligada a processos de desterritorialização do ser humano em relação à natureza, onde há um rompimento de vínculos com suas próprias cosmologias, corpos e territórios.
A partir desses conceitos, a proposta curatorial se orienta pela noção de envolvimento a partir de uma prática relacional opondo-se à lógica da exploração, valorizando formas de existência baseadas na confluência, na circularidade e no cuidado, buscando uma reconfiguração dos vínculos existenciais. Assim, a exposição Reconectando Vínculos assume a arte contemporânea como um campo de experimentação capaz de reativar conexões sociais, ecológicas e ambientais utilizando materiais, corpos e territórios como agentes dessas produções. Práticas artísticas que de maneira análoga à temática se configurem em processo, operando pela experiência e menos pela representação, buscando uma interação entre arte e público.
A realização da exposição reafirma o papel institucional da galeria como espaço dedicado à produção de conhecimento artístico-cultural e à formação crítica em arte contemporânea. A mostra convida todos a um mergulho nas múltiplas expressões artísticas e intelectuais que emergem de diálogos profundos sobre ecologias e processos de subjetivação em consonância com o tema Arte e Ecologias do Agora.
Nesse sentido, o Colóquio e sua mostra buscam ser um espaço de reflexão crítica e de trocas produtivas entre artistas, pesquisadores e o público, proporcionando uma oportunidade aos discentes do Programa de Pós-graduação em Artes de apresentar suas pesquisas em curso, explorar formatos expositivos não estabilizados e refletir sobre questões indissociáveis das transformações ambientais, sociais e subjetivas a partir de um diálogo entre teoria, prática e propostas pedagógicas. Assim, a exposição pretendida se insere de maneira consistente nas diretrizes acadêmicas e institucionais da GAP, contribuindo para a circulação e difusão da produção artística desenvolvida no Espírito Santo.
Chamada para Exposiçao "Ecologias do Agora: Reconectando Vínculos"
Está aberta a chamada para participação na exposição “Ecologias
do Agora: Reconectando Vínculos”, que integra o XII Colóquio de Arte e Pesquisa
(XII COLARTES 2026) do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade
Federal do Espírito Santo (PPGA/UFES).
A exposição convida artistas a apresentarem trabalhos que
investiguem as relações entre arte, ecologias contemporâneas e modos de
existência, considerando as interações entre corpos, territórios, tecnologias e
ambientes. Em um momento marcado por transformações ambientais, sociais e
subjetivas, a mostra busca reunir práticas artísticas que reflitam sobre formas
de reconexão entre humanos, não humanos e seus territórios. Inspirada nas reflexões sobre ecosofia, de Félix Guattari, e
nas discussões de Nêgo Bispo sobre territorialidade e cosmologia, a proposta
curatorial propõe pensar a arte como campo de experimentação sensível capaz de
ativar novas relações entre cultura, natureza, memória e formas de vida.
Podem participar estudantes, egressos e docentes do
PPGA/UFES, bem como coletivos artísticos que tenham ao menos um integrante
vinculado ao programa. Serão aceitas propostas em diferentes linguagens
artísticas, como instalação, performance, vídeo, pintura, escultura, gravura,
desenho, processos documentais, trabalhos participativos, entre outras práticas
contemporâneas.
A exposição integra as atividades do XII COLARTES 2026 e
busca ampliar a circulação e a difusão da produção artística vinculada à
pesquisa em arte no Espírito Santo, promovendo o diálogo entre artistas,
pesquisadores e público. Todas as informações, critérios e orientações para submissão das
propostas estão disponíveis no edital completo Os interessados deverão preencher o formulário de inscrição, no período de 18 de março a 18 de maio de 2026.
Em tempo:
A comissão estabelece que, exclusivamente para esta edição da exposição, poderão ser consideradas válidas para avaliação curatorial as inscrições de participantes com vínculo institucional comprovado em grupos de pesquisa e/ou extensão relacionados ao PPGA/UFES, ainda que não possuam vínculo discente formal como mestrandos, doutorandos ou alunos especiais do programa.
RETIFICAÇÃO Nº 01
EDITAL DE CHAMADA PARA EXPOSIÇÃO
"Ecologias do Agora: Reconectando Vínculos" XII COLARTES 2026
A Comissão Organizadora da exposição "Ecologias do Agora: Reconectando Vínculos", integrante da programação do XII Colartes 2026, torna pública a presente Retificação nº 01 do Edital.
No item 8 – Cronograma, onde se lê:
"Divulgação da exposição com nome dos artistas: A partir do dia 1 de julho de 2026"
Leia-se:
"Divulgação da exposição com nome dos artistas: A partir do dia 8 de julho de 2026"
E onde se lê:
"Prazo de pagamento da taxa de inscrição: 18 de junho a 30 de junho de 2026"
Leia-se:
"Prazo de pagamento da taxa de inscrição: 18 de junho a 07 de julho de 2026"
A presente retificação tem como objetivo adequar o cronograma administrativo da exposição e ampliar as condições de participação dos artistas selecionados.
Permanecem inalteradas todas as demais disposições do edital.
Vitória/ES, 18 de junho de 2026.
Comissão Organizadora
Exposição "Ecologias do Agora: Reconectando Vínculos"
XII COLARTES 2026
PPGA/UFES
Programação Geral Colartes 2026
14 de agosto
17:00 - Abertura da exposição "Ecologias do Agora: Reconectando Vínculos"
Local:
GAP- Galeria de Arte e Pesquisa
Apresentação musical: Coral da UFES
Repertório: Carmina Burana movimentos 1, 8, 9, 22.
Coquetel de abertura
17 de agosto
16:00 - Credenciamento
18:00 - Apresentação musical
Pocotó Overdrive (Diego) Local: Auditório do CEMUNI 4
19:00 Mesa de abertura com autoridades
Local: Auditório do CEMUNI 4
19:30 - Conferencia de abertura: “Corpos e subjetividades dissidentes entre
Cultura e Natureza”
Local: Auditório do CEMUNI 4
Convidados:
Prof. Dr. Alexsandro Rodrigues – PPGPSI/UFES
Prof.ª Dr.ª Renata Gomes Cardoso - PPGA/UFES
Mediação: Maria Clara Rampinelli
18 de agosto
Mesa 01. 9h–10h30. História e historiografia das artes
Local: SALA 2 – Prédio do PPGA
Mediação: Rodrigo Hipólito
Rhuan Cruz Barros
Fabiana Pedroni, Janete Souza de Oliveira
Isabel Alegria Falconi Nunez
Hernani Guimarães Mendes
Mesa 02. 9h–10h30. História e historiografia das artes
Local: SALA 3 – Prédio do PPGA
Mediação: Dulcineia da Silva Fernandes
Erika Maria Mariano Ribeiro, Renata Gomes Cardoso
Bianca Gomes Barros, Alexandre Emerick Neves
Eraní Ferreira Soares
Ana Rita Lustosa, Stela Maris Sanmartin
Mesa 03. 9h–10h30. História e historiografia das artes
Local: SALA 4 – Prédio do PPGA
Mediação: Lohany Monteiro
Juno Nunes Coutinho
Roney Jesus Ribeiro, Almerinda da Silva Lopes
Giuliano de Miranda, Fabíola Fraga Nunes, José Cirillo
Mesa 04. 9h–10h30. Poéticas, curadorias e práticas artísticas contemporâneas
Local: SALA 5 – Prédio do PPGA
Mediação: Samylla Oliveira Mendes
Samylla Oliveira Mendes
Cláudia Maria França Da Silva, Greicy Kelly Teixeira dos Santos
Iasmim Dala Bernardina Rodrigues, Cláudia Maria França da Silva
10:30 - INTERVALO
Mesa 05. 11h–12h30. História e historiografia das artes
Local: SALA 2 – Prédio do PPGA
Mediação: Leonardo Borges
Romelho de Paulo Entringer Contreiro, José Cirillo
Emilly Cani Vitalino
Maria Marta Morra Tomé, Rosana Paste
Mesa 06. 11h–12h30. Poéticas, curadorias e práticas artísticas contemporâneas
Local: SALA 3 – Prédio do PPGA
Mediação: Deborah Moreira de Oliveira
Deborah Moreira de Oliveira
Pedro Santos Pavioti Vicentin
Michele Medina, Isabella Franco de Castro Lima
Ernandes Zanon Guimaraes, Angela Grando
Mesa 07. 11h–12h30. Poéticas, curadorias e práticas artísticas contemporâneas
Local: SALA 4 – Prédio do PPGA
Mediação: Maria Clara Rampinelli
Rafael Gonçalves Marotto
Ludiane Reinholz Rodrigues
Isis Santana Rodrigues, Aparecido José Cirillo
Mesa 08. 11h–12h30. Poéticas, curadorias e práticas artísticas contemporâneas
Local: SALA 5 – Prédio do PPGA
Mediação: Vanessa Pereira Vassoler
Lucas Martins da Silva
Jaqueline Torquatro de Oliveira
Vanessa Pereira Vassoler, Almerinda da Silva Lopes
12:30 - ALMOÇO
13:30 - Apresentação musical
Dalila Evangelista e Marcos Ferreira (duo de piano e
trompete)
Local: Sala de Piano Ufes - CEMUNI 1
Mesa 09. 14h–15h30. Poéticas, curadorias e práticas artísticas contemporâneas
Local: SALA 2 – Prédio do PPGA
Mediação: Dulcineia da Silva Fernandes
Inara Novaes Macedo
Taís Cabral Monteiro
Dulcineia da Silva Fernandes
Lorena Teixeira Bragança
Mesa 10. 14h–15h30. Poéticas, curadorias e práticas artísticas contemporâneas
Local: SALA 3 – Prédio do PPGA
Mediação: Lohany Monteiro
Lohany Monteiro Soares Ferreira
Waldir de Mello Barreto Filho, Ana Carolina Baltazar Simor
Simone Neiva
Mesa 11. 14h–15h30. Arte no espaço educativo: ensino e formação de professores de arte
Local: SALA 4 – Prédio do PPGA
Mediação: Leonardo Borges
Marilia Auxiliadora Silva Agnêr, Maria Angélica Vago Soares
Lucas Martins Ievenes
Dalila Evangelista Costa
Paola Tamara Videa Aramayo
Mesa 12. 14h–15h30. Arte no espaço educativo: ensino e formação de professores de arte
Local: SALA 5 – Prédio do PPGA
Mediação: Sarah Rodrigues Damiani
Eloiza Comério, Alexandre Siqueira de Freitas
Leticia Lidia Voltolini, Anelise Zimmermann
Rosely Kumm
Sarah Rodrigues Damiani, Stela Maris Sanmartin
15:30 - INTERVALO
Mesa 13. 16h–17h30. Arte no espaço educativo: ensino e formação de professores de arte
Local: SALA 2 – Prédio do
PPGA
Mediação: Luciano Tasso
Luciano Tasso
Laura Fabia Caetano Moronari, Dulcemar da Penha Pereira Uliana
Margarete Sacht Góes, Vitória Souza Ramos
Deborah Nicchio Sathler
Mesa 14. 16h–17h30. Teorias, performance e ensino musical
Local: SALA 3 – Prédio do PPGA
Mediação: João Victor Castro Chequetto
André Akira
Felippe Brandão Barros, Leandro Lesqueves Costalonga
Gilmar Antonio Monte
João Roberto Vandaluz Junior Pinheiro
Mesa 15. 16h–17h30. Teorias, performance e ensino musical
Local: SALA 4 – Prédio do PPGA
Mediação: Jônatas Monteiro
Andressa Zoi Nathanailidis e Fabricio Moreira
Jônatas Monteiro
Samuel de Oliveira Costa
Jovani Dala Bernardina, Alexandre Siqueira de Freitas
18:00 - Apresentação musical
Grupo Já te Digo
Local: Auditório CEMUNI 4
19:00 - Conferência: “Corpo - Frontera: arte, política e invenção de si”
Convidados:
Prof.ª Dr.ª Bernadette
Lyra
Prof. Dr. José Eduardo - PPGA/UFES
Mediação: Dulcineia da Silva Fernandes
19 de agosto
9:00 – 12:00 - Apresentação de posters
Local: Corredores do CEMUNI 4
10:30 - INTERVALO
11:00 Mesa aberta – Conversa com artista
Artista: Raimundo Cavalhier
Mediador: Rhuan Cruz Barros
12:30 ALMOÇO
13:30 Apresentação musical: Gimu e Samuel Local: Estudio de Música – BOB
Mesa 16. 14h–15h30. Teorias, performance e ensino musical
Local: SALA 2 – Prédio do PPGA
Mediação: João Victor Castro Chequetto
Luiz Carlos Figueiredo
João Victor Castro Chequetto
Jefferson Costa Silva, José Eduardo Costa Silva
Mesa 17. 14h–15h30. Interartes e novas mídias
Local: SALA 3 – Prédio do PPGA
Mediação: Rodrigo Hipólito
Geisa da Silva, David Ruiz Torres
Maria Carolina Martins Afonso
Karyne Berger Miertschink, Camila Barros Alvarenga
Rodrigo Hipólito, Alana de Oliveira
Mesa 18. 14h–15h30. Interartes e novas mídias
Local: SALA 4 – Prédio do PPGA
Mediação: Lohany Monteiro
Enyo Soares Pereira, Leandro Lesqueves Costalonga
Lara da Silva Fanticelli
Catarina Lempé Santolim, David Ruiz Torres
João Victor Silva Fernandes
Mesa 19. 14h–15h30. Interartes e novas mídias
Local: SALA 5 – Prédio do PPGA
Mediação: Luciano Tasso
Maria Clara Marins Rampinelli
Sandra Regina Bastos, Paulo Henrique Oliveira
Natacha de Souza, David Ruiz Torres
15:30 - INTERVALO
Mesa 20. 16h–17h30. Interartes e novas mídias
Local: SALA 5 – Prédio do PPGA
Mediação: Leonardo Borges
Geraldo Henrique Tadeu Santos Teixeira
Gabriel Santos Bruno
Leonardo Borges Lelé, Stela Maris Sanmartim
Mesa 21. 16h–17h30. Interartes e novas mídias
Local: SALA 2 – Prédio do PPGA
Mediação: Dulcineia da Silva Fernandes
Alice Dellabianca Brambati, Stela Maris Sanmartin
Joel Aroldo Pereira
Bruno Bissoli Pimenta
17:30 - Intervalo
18:00 - Apresentação musical
Carlos Papel
Local: Auditório do CEMUNI 4
19:00 - Conferência de Encerramento: “Arte e Ecologias do Agora”
Prof.ª Drª Adrianna Meneguelli – IFES
Prof.ª Drª Cláudia França – PPGA/UFES
Prof. Drª Rosa Iavelberg – USP